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quinta-feira, março 17, 2011

A Condessa de Sangue

A Condessa do Sangue

Erzsébet Báthory (7 de agosto de 1560 — 21 de agosto de 1614), em português Elisabete ou Isabel Báthory, foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como consequência, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula".
Nascimento e família
Erzsébet Báthory nasceu em Nyírbátor, que então fazia parte do Reino da Hungria, território hoje pertencente à República Eslovaca. A maior parte de sua vida adulta foi passada no Castelo Čachtice, perto da cidade de Vishine, a nordeste do que é hoje Bratislava, onde a Áustria, a Hungria e a Eslováquia se juntam.
Era filha do nascido plebeu barão Báthory, George e de sua esposa, Anna de Somlyó. Tinha um irmão, Stephan Báthory. Anna era filha de Istvan Báthory I de Somlyó e Katalin Telegdi. Anna era irmã do rei István Batory.
Erzsébet cresceu em uma época em que os turcos conquistaram a maior parte do território húngaro, que servia de campo de batalha entre os exércitos do Império Otomano e a Áustria dos Habsburgo. A área era também dividida por diferenças religiosas. A família Báthory se juntou à nova onda de protestantismo que fazia oposição ao catolicismo romano tradicional.
Foi criada na propriedade de sua família em Ecsed, na Transilvânia. Quando criança, ela sofreu doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável. Em 1571, seu tio István Báthory tornou-se príncipe da Transilvânia e, mais tarde na mesma década, ascendeu ao trono da Polônia. Foi um dos regentes mais competentes de sua época, embora seus planos para a unificação da Europa contra os turcos tivessem fracassado em virtude dos esforços necessários para combater Ivan, o Terrível, que cobiçava seu território.

Casamento e sadismo

Vaidosa e bela, Erzsébet ficou noiva do conde Ferenc Nádasdy aos onze anos de idade, passando a viver, no castelo dos Nádasdy, em Sárvár. Em 1574, ela engravidou de um camponês quando tinha apenas 14 anos. Quando sua condição se tornou visível, escondeu-se até a chegada do bebê. O casamento ocorreu em maio de 1575. O conde Nadasdy era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Erzsébet assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a revelar-se - com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens.
À época, o comportamento cruel e arbitrário dos detentores do poder para com os criados era comum; o nível de crueldade de Erzsébet era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.
O marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos.

Viuvez e mais crimes

O conde Nádasdy morreu em 1604, e Erzsébet mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Čachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia. Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados.
Nos anos que se seguiram à morte do marido, a companheira de Erzsébet no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe a respeito. Quando Darvulia adoeceu, Erzsébet se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Erzsébet, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majo rova. Em 1609 , ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio.

Prisão e morte

No início do verão de 1610, tiveram início as primeiras investigações sobre os crimes de Erzsébe Báthory. Todavia, o verdadeiro objetivo das investigações não era conseguir uma condenação, mas sim confiscar-lhe os bens e suspender o pagamento da dívida contraída ao seu marido pelo rei.
Erzsébet foi presa no dia 26 de dezembro de 1610. O julgamento teve início alguns dias depois, conduzido pelo Conde Thurzo. Uma semana após a primeira sessão, foi realizada uma segunda, em 7 de janeiro de 1611. Nesta, foi apresentada como prova uma agenda encontrada nos aposentos de Erzsébet, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra.
Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas. Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras dos Báthory, em Ecsed 

Julgamento e documentos

No julgamento de Erzsébet, não foram apresentadas provas sobre as torturas e mortes, baseando-se toda a acusação no relato de testemunhas. Após sua morte, os registros de seus julgamentos foram lacrados, porque a revelação de suas atividades constituiriam um escândalo para a comunidade húngara reinante. O rei húngaro Matias II proibiu que se mencionasse seu nome nos círculos sociais.

Fama e referências posteriores

Não foi senão cem anos mais tarde que um padre jesuíta, Laszlo Turoczy, localizou alguns documentos originais do julgamento e recolheu histórias que circulavam entre os habitantes de Čachtice. Turoczy incluiu um relato de sua vida no livro que escreveu sobre a história da Hungria. Seu livro sugeria a possibilidade de Erzsébet ter-se banhado em sangue. Publicado no ano de 1720, o livro surgiu durante uma onda de interesse pelo vampirismo na Europa oriental.

Nascimento7 de agosto de 1560
Nyírbátor, Reino da Hungria
Morte21 de agosto de 1614 (54 anos)
Čachtice, Eslováquia
NacionalidadeHungria Húngara
OcupaçãoNobre
Filho(s)Pal, András, Anna, Orsolya e Katalin
Nascimento7 de agosto de 1560
Nyírbátor, Reino da Hungria
Morte21 de agosto de 1614 (54 anos)
Čachtice, Eslováquia
NacionalidadeHungria Húngara
OcupaçãoNobre
Filho(s)Pal, András, Anna, Orsolya e Katalin
Nascimento7 de agosto de 1560
Nyírbátor, Reino da Hungria
Morte21 de agosto de 1614 (54 anos)
Čachtice, Eslováquia
NacionalidadeHungria Húngara
OcupaçãoNobre
Filho(s)Pal, András, Anna, Orsolya e Katalin

Novo Colegio, Novos amigos e uma viagem maravilhosa

Novos BFFS: Luiz Marcelo, Tainá, Camille, Ricardo e Natália Loxas.

Luiz M. - Ai minha nossa nem sei o q dizer... Bom comecei a falar com ele quando estávamos na aula de português e ai eu tava desenhando e ele viu e começou a conversar cmg e assim ficamos amigos, dias depois ele começou a sentar junto e andar cmg e com as minhas colegas e ele virou meu melhor amigo inclusive toda ves q um material dele cai os outros caem tbm e ai eu brinco com ele "Iiiiii a sorte voltou em Luiz!" Ai ai Luiz vc é o melhor amigo q eu já tive mil bjs te amoo la do fundinho do cantinho do meu coraçao!

Tainá - Nossaaaaa!Amigaaaaaa eu nem sei o q dizer mas tudo começou assim... Eu estava no colégio no primeiro dia de aula e ai deu a hora do intervalo. Quando eu estava na fila para pegar o lanche me aparece uma garoto chamada luiza e pede para mim sentar com ela e la fui eu. Cheguei na mesa e tinha uma menina morena de cabelo liso preto sentada na minha frente e ai eu disse oi e ela sorriu, nesse momento vi q ia me dar super bem com ela. E dai em diante viramos melhores amigas! S2 Tainá.

Camille - Conheci na viagem de navio para Buenos Aires, Tudo começou no optix num jogo de máfia eu sempre matava um garoto chamado Vitor, mais conhecido como biscoito, e ela sempre o salvava de ser morto no jogo e todos ficavam revoltados mas era engraçado e dai em diante nos começamos a andar juntas e ai surgiu a amizade! Adoro vc Camille!

Ricardo - Sobre esse eu n tenho mt o q falar pois fiz amizadecom ele igual fiz com a camille mas a amizade cmeçou quando ele começou a me chamar de biscoitinha! Só ele mesmo! Te adoro amigo.

Natália L. - Amigaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! A minha historia com ela começou logo quando eu falei com ela pela primeira vez q foi quando nos ficamos amigas! AAAAAA te amoooooo! bjs amg to com mt mt mt saudadeeeee de vc!